De acordo com o presidente do Sindmoto-DF, Luiz Carlos Garcia Galvão, participam da greve, a categoria dos trabalhadores em plataformas digitais, os motociclistas profissionais e os ciclistas.
“Estão defendendo uma taxa mínima de R$ 10 e um acréscimo de R$ 2,50 a cada quilometro. Além disso, a categoria reivindica pontos de apoio, seguro trabalhista e transparência por parte dos aplicativos de entrega“, pontuou.
Durante a manhã desta terça (1°/9), um grupo de motociclistas se reuniu na Esplanada dos Ministérios, na altura do Ministério da Saúde, para protestar contra as condições de trabalho oferecidas pelas plataformas de entrega.
“A gente quer colocar a nossa tabela de preço do nosso frete para que a gente seja valorizado”, destacou um dos manifestantes.
A paralisação faz parte de uma mobilização nacional de entregadores por aplicativo chamada de “Breque Nacional dos Apps”. Durante o movimento, os trabalhadores são orientados a interromper as atividades como forma de pressionar as empresas por mudanças nas condições de trabalho e na remuneração.
Em que pese a convocação do sindicato para paralisação total, parte dos trabalhadores continuaram prestando serviço ao longo do dia no DF.
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